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Sexta-feira, 9 de Março de 2012

Tenho acompanhado o meu neto Gonçalo na prática deste desporto e com grande orgulho vos digo, que se tem valorizado muito com o seu progresso nesta modalidade.

Federação Nacional de karate Seigokam
As artes marciais dirigidas às crianças, constroem a sua confiança e auto estima, assim como promovem a auto disciplina, respeito e o bem- estar físico.
“As artes marciais são baseadas na não- violência”.

No bloco conhecimentos sobre o corpo estão relacionados os conhecimentos que subsidiam as práticas corporais expressas no, desporto, jogos, lutas e ginásticas, e atividades rítmicas e expressiva, dando recursos para o indivíduo gerenciar sua atividade corporal de forma autónoma. O corpo é compreendido como um organismo integrado, como um corpo vivo, que interage com o meio físico e cultural, que sente dor, prazer, alegria, medo. O exercício físico, bem como a escolha e realização de atividades corporais saudáveis complementam-se para o sucesso no futuro. Esses conhecimentos são tratados de maneira adequada, abordando-se apenas os aspetos básicos, havendo um aprofundamento no ciclo final da escolaridade, sempre contextualizando os conteúdos nas atividades corporais desenvolvidas.

Nesta atividade posso assegurar-vos que faz parte da sua disciplina, repudiar qualquer espécie de violência, adotando atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade nas práticas da cultura corporal de movimento;
Conhecer, valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade.
Também a parte técnica e física são desenvolvidas gradualmente e com alguma exigência.
Este trabalho é executado por pessoas bem classificadas e muito competentes.

Jrom

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

ESTÁ EM JOGO O FUTURO




AS MOTIVAÇÔES DOS JOVENS DOS ANOS 60.

Por vezes (e não poucas)


recebemos cartas em que os nossos leitores nos pedem conselho sobre a carreira que hão-de seguir, sobre a espécie de estudos a que se hão-de dedicar.


Embora tais provas de confiança nos sensibilizem muito, somos obrigados a responder a esses rapazes e a essas raparigas, que ninguém, à distância sem os conhecer a fundo, nem a eles nem às famílias, nem ao meio em que vivem, pode dar-lhes conselho de tão grande importância, «Ser um homem» é qualquer coisa que não se pode esperar de outrem, qualquer coisa que temos de empreender por nossas mãos.
Naturalmente que para escolher é necessário ter critério, bom senso.
Quem quer escolher uma carreira deve ter em conta: 1) a sua vocação. Inútil querer ser engenheiro, se a matemática nos causa urticária…ou pensar em ser secretária de direcção quando se é ultra distraída; 2) os seus gostos: quem ama verdadeiramente as letras dificilmente se adaptará a um trabalho técnico. Estará mais indicado para o estudo de línguas com as vastas possibilidades que hoje oferecem as profissões liberais; 3) a vontade dos pais, especialmente quando se trata de continuar um negócio de família; 4) as possibilidades concretas de encontrar colocação.
Tolice querer ser médico ou advogado numa região onde os profissionais de Medicina ou Direito sejam em número exagerado.
De qualquer forma, cada trabalho tem a sua dignidade e a sua utilidade, desde que seja feito com consciência e devoção. Ser médico ou sapateiro, cientista ou empregado de balcão, pouco importa para a cotação que um homem possa ter perante a sociedade. O que é preciso é ser um bom médico, um sapateiro hábil, um cientista estudioso, um em pregado de balcão atento ao seu trabalho. São esses os únicos que vencem. Os outros falham, porque «nasceram cansados». Esses nunca chegam a ser homens, porque não têm a mínima vontade de o ser.
Semanário juvenil
ZORRO
Estávamos em 10-Novembro de 1962

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

O choradinho do Sr. Silva

Desde tenra idade que por tradições constatei que o choradinho fez sempre parte da cultura dos portugueses.
Excluindo o triste fado que por ser fatalista nos traça o destino, muito embora por obra desta cultura, até se tornou património mundial. Quem não se lembra do: “pãozinho por Deus”,” um tostãozinho para o Santo António”,” quem não chora não mama” e por aí adiante não faltam exemplos. Senão vejamos: Hoje num dos principais periódicos diários li, que de 2009 a 2010 após a exigência de B.I. para as crianças, deixaram de constar 111000 crianças que auferiam as vantagens do I.R.S e dos subsídios.
Garanto que nestas crianças “desaparecidas”?.. Houve muito choradinho e muita habilidade de quem soube manejar esta arte e decerto o Sr. Silva não pode arcar com toda a responsabilidade.
Quem nunca ousou através de um choradinho obter uma boa colocação, uma boa nota, um bom aumento, ou quiçá desculpar-se com esta habilidade, para não pagar um copo, ou até uma bica? O que me motiva neste tema é a facilidade com que o acessório é empolgado como se fosse a coisa mais importante que os portugueses necessitam para serem resgatados da prisão da “liberdade” em que se encontram.
Somos mais acutilantes a pontar o dedo a alguém e muito tolerantes ou esquecidos, no que toca a uma introspeção séria, no que toca ao nosso
comportamento social.
Não quero com isto ilibar o Sr. Silva. Só quero deixar o meu alerta, para que o sensacionalismo que alimenta muita gente e bem, não nos desvie do essencial, em relação a Portugal e o seu futuro.
São necessários bons dirigentes, bons empresários, bons trabalhadores e bons cidadãos, que possam coabitar com respeito e confiança mútua. Com uma participação constante, na identificação dos problemas, localiza-los em devido tempo e reparar as anomalias, será o caminho certo.
Só apostando na competência se podem ultrapassar as dificuldades e como objetivo eliminar todo o tipo de choradinhos, facilitismo e compadrios.
Sonho com este país com portugueses na mais correta posição. VERTICAL.

“Também aqui deixo o meu choradinho aos portugueses”. Ajudem, façam qualquer coisa, mas não se deixem manobrar.
jrom